13º Post – Superstição

Post 13! Yes, We Can!

Post 13! Yes, We Can!

É verdade! Chegamos ao nosso décimo terceiro post! E que assunto melhor para tratar nesse post do que a superstição?!

(E prestem atenção: é superStição, e não supertição. Da segunda forma, você estaria falando de um “super-negão”.)

Bem, eu queria deixar esse post para uma sexta-feira, mas para manter a posição de 13º post, isso significaria uma semana sem posts, o que não daria certo. Então vai hoje mesmo:

Para começar nosso post, vamos a uma rápida definição que o nosso querido Pai-dos-Burros, Aurélio, nos dá sobre superstição:

superstição
[Do lat. superstitione.]
Substantivo feminino.

1.
Sentimento religioso baseado no temor ou na ignorância, e que induz ao conhecimento de falsos deveres, ao receio de coisas fantásticas e à confiança em coisas ineficazes; crendice.
2.
Crença em presságios tirados de fatos puramente fortuitos.
3.
Apego exagerado e/ou infundado a qualquer coisa:
A moça tem a superstição do número treze.

Dá pra perceber que superstição não é lá muito levada à sério não, né?!

Mas é fato que todo mundo, pelo menos uma vez na vida, já se pegou entrando em algum lugar com o pé direito, fazendo figa, batendo na madeira, ou “pegando no verde”.

E um povo em especial, muito supersticioso, é o povo brasileiro. É comum ouvir que nós, brasileiros, somos um povo muito supersticioso. E nós somos! Superstição é algo que passa de pai para filho, de avô para neto… E principalmente considerando que muita gente por aí tem o tal “parente de interior” para chegar com alguma superstição.

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Desentupa seu nariz com sexo!

Bem, como a temática foi bem aceita pelo post da Marininha Anderi, resolvi trazer algumas curiosidades acerca do assunto para nossos estimados leitores.

1 – Numa tribo da Polinésia, os casais de dezoito anos fazem amor em média três vezes por noite até os trinta anos de idade, quando a média cai para catorze vezes por semana!

2 – O Kama Sutra diz que muitos ovos fritos em manteiga e depois mergulhados em mel fazem o membro ficar ereto por uma noite inteira.

3 – Levando-se em consideração a assiduidade com que os americanos vão para a cama, um casal normal levaria quatro anos para experimentar todas as 529 posições descritas no Kama Sutra.

4 – As mulheres são mais criativas na prática do prazer solitário e masturbam-se com mais frequência quando vivem um relacionamento estável. As mulheres sabem se excitar melhor e 60% delas alegam que descobriram sozinhas, contra apenas 25% dos homens.

5 – As mulheres ficam 30% mais activas sexualmente durante a lua cheia.

6 – Nas mulheres, o estrogenio e a testoterona atingem seu pico ao cair da tarde.

7 – De acordo com o Kinsey Institute, o maior penis erecto mede 35,75 cm e o menor 4,81 cm.

8 – Irma Kutz, especialista em comportamento, diz que os homens temem fracassar na cama, enquanto as mulheres tem medo de não serem amadas.

9 – Para quem adorar beijar: as lésbicas são as mais beijoqueiras. Noventa e cinco por cento delas não concebem o ato sexual sem muitos beijos. Em segundo lugar vêm os gays, com 71% de adeptos. Em último estão os heterossexuais, com a tenebrosa confissão de que um quarto deles não liga a mínima para beijo.

10 – Durante as preliminares, o seio da mulher pode aumentar em 25% de tamanho.

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Olgoi-Khorkhoi – O Verme-da-Mongólia

Agora venho aqui iniciar os posts da categoria “Temporada de caça aos…“, que não é nada mais nada menos do que a categoria que tratará dos mais curiosos e inacreditáveis cryptids [1] inacreditáveis encontrados no estudo da criptozoologia[2].

Para começar essa categoria, vamos logo com um caso relativamente famoso, e igualmente curioso: O Verme-da-Mongólia, chamado também de Olgoi-Khorkhoi (que significa algo como “verme intestino”, em mongol).

O Verme-da-Mongólia é uma criatura de existência ainda não comprovada, que supõe-se que tenha como habitát o Deserto de Gobi, na fronteira da Mongólia com a China. É um cryptid famoso por ter sua exitência muito debatida dentro da criptozoologia, graças aos relatos muito contestados de contatos com a criatura, ou vislumbres da mesma.

Representação ilustrativa do Verme-da-Mongólia feita por Peter Dirkx

Representação ilustrativa do Verme-da-Mongólia feita por Peter Dirkx

A sua aparência lembra a de uma grande minhoca, ou de um intestino vivo, e por isso o nome mongol, “intestine worm”, por vezes confundido com “intestinal worm”, vermes de intestino, que nada tem haver com a criptozoologia.

Relatos mais detalhados da criatura descrevem-na como um verme enorme, entre o,6m e 1,5m de comprimento, com o corpo inteiramente vermelho, com muitos espinhos espalhados pelo corpo, sendo uma criatura venenosa, que seria capaz de espelir ácido sulfúrico pela boca e soltar pequenas descargas elétricas, mas fracas do que as de uma enguia. Também é relatado como uma criatura extremamente agressiva que ataca camelos, cavalos, e até mesmo humanos que estejam passando sobre a superfície do solo onde se encontram.

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