Pessimísmo! É muito importante nessas horas!

A pedido do nosso caro amigo @maciliooliveira, estou aqui agora trazendo um post sobre a incrível, porém pouco motivadora, LEI DE MURPHY.

Quase todo mundo já deve ter ouvido o famoso adágio atribuido a Murphy: “se algo puder dar errado, vai dar errado”. Se não, pelo menos alguma variação. (Por favor, não confundam com a Lei de Fineagle: “Qualquer coisa que pode dar errado, irá, no pior momento possível.”)

O famoso dito já deu origem a um incontável número de variações, e é considerado como uma máxima universal por quem o usa. Eu pessoalmente acho que isso é uma desculpa esfarrapada para pessimistas evitarem de fazer alguma coisa.

Mas antes de começarmos qualquer comentário sobre o mote, vamos à uma pequena aula de história:

Edward Alouysius Murphy Junior

Edward Alouysius Murphy Junior

O autor do famoso “se algo pode dar errado, vai dar errado” é Edward A. Murphy Jr., major e engenheiro da Força Aérea Americana na década de 1940. A frase foi formulada após um acontecimento típico da futura “lei”: em um experimento para testar a tolerância humana à aceleração da gravidade, um técnico tinha que encaixar 16 medidores de aceleração em uma máquina e, por força de uma “lei” até então inominada, não acertou a posição de nenhum. Foi então que Murphy disse a tal frase (“se algo pode dar errado…”) e seu colega John Stapp, um major com visão de publicitário, decretou a criação da “Lei de Murphy”.

Lógico, essa é a versão mais divulgada. Eu pessoalmente não acredito. Não que esteja descreditando a história… só não acredito no fato de o técnico, supostamente apto a fazer o que estava fazendo, não tenha acertado a posição de nenhum dos medidores de aceleração! Além de que, existem algumas versões mais interessantes, e seria bem mais realista se o tio Murphy tivesse dito “F*deu! Mas que técnico incompetente, filho da p*ta!”…

Em 2003, a famosa “lei” ganhou o prêmio IgNobel, concedido a invenções consideradas inúteis. A “homenagem” póstuma foi recebida pelo filho do engenheiro. Eu digo que não poderia ter escolhido premiação melhor… rs

Mas não estamos aqui para discutir a história do adágio, mas do próprio.

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